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viernes, 21 de febrero de 2020

Florecen 2 nuevas obras acerca del Rito Moderno.

Acaba de salir a la venta, dos nuevas obras referenciales para aquellos miembros de la Orden de los Francmasones que están interesados tanto en su historia, como en los aportes que hace en la actualidad al replantearse la visión con la que se ve el mundo actual, desde una filosofía netamente masónica.

La primera obra es:

"Palabra de Masón"

Que es una compilación de las investigaciones de Joaquim Villalta, fundamentado en los estudios masonológicos de varios autores, pero fundamentalmente del trabajo de Patrick Négrier, a través del cual da cuenta de los verdaderos orígenes razonados y fundamentados de la Francmasonería Especulativa, despojando a la institución del misticismo que la envuelve en la noche de los tiempos, y aporta una visión clara del por qué y del para qué de la Orden, la misma que aún tiene importantes retos que enfrentar en medio de una sociedad que busca ser más esclarecida.


"Ponencias"

Es una compilación de todos los trabajos que se expusieron durante el 2º Congreso Internacional de Rito Moderno o Francés, desarrollado en la ciudad de O Porto, Portugal en junio del 2019.
En esta obra, participantes de Grandes Potencias de referencia del rito, de países como España, Francia, Portugal, Suiza, Bélgica y Ecuador, proponen sus perspectivas de la situación actual de la Orden en General, del Rito en Particular, y de la sociedad en la que vivimos. Una obra que invita a leer y a reflexionar.

Las ponencias además, están escritas en 3 idiomas, cuya labor de traducción fue realizada por Hermanos de Brasil, Bélgica y Bolivia.



Dos obras que vale y mucho la pena leer, y releer. A la venta ya en Amazon!

Para adquirirlos, puedes acceder a través de los siguientes enlaces:


Palabra de Masón: Haz clic aquí!
Ponencias: Haz clic en este enlace!

Au plaisir de nous lire!

miércoles, 21 de octubre de 2015

“3º Ciclo de Estudos do Rito Francês ou Moderno” PORTO –2015, 14 Novembro ACADEMIA V IMPÉRIO (Portugal)

“3º Ciclo de Estudos do Rito Francês ou Moderno”


PORTO –2015, 14 Novembro
ACADEMIA V IMPÉRIO


14 Novembro
Sala polivalente do Grémio Lusitano no Porto

  • 9 horas –Abertura do “3º Ciclo de Estudos do Rito Francês ou Moderno”
  • 9h 30 m –“O Trabalho no séc. XXI”

Ir.·.Voltaire, M.·.M.·., da R.·.L.·. Estrela do Norte–O Trabalho no séc. XXI
Ir.·. Mozart, M.·.M.·., da R.·.L.·. Estrela do Norte–O trabalho ao longo dos tempos

Moderador Ir.·. Álvaro de Campos, M.·.M.·. da R.·.L.·. Estrela do Norte


  • 10h 30m – (Reservado a OOb.·. do G.·.O.·.L.·.) - Apresentação do Livro

“A Constituição do G.·.O.·.L.·. anotada” de Francisco Teixeira


Ir.·. Antero da R.·. L.·. Passos Manuel
Ir.·. José da R.·. L.·. Estrela do Norte

Moderador–Ir.·. Antero de Quental, V.·.M.·. da R.·.L.·. Estrela do Norte


  • 12h 30 m –Ágape

  • 14h 30 m -Maçonaria do Séc. XXI –uma Ordem Iniciática fundada na Tradição

“Os simbolismos e o Ritual do R.·.F.·.M.·.


Ir.·. Joaquim Villalta, M.·.M.·. “Perennidad estructural en el Rito Moderno o Francés: especificidades y características”,

Ir.·. Manuel Pinto dos Santos, M.·. M.·. C.·.G.·.J.·. do G.·.O.·.L.·."Da Tradição à Modernidade progressiva do Rito moderno"

Ir.a.·. Olga Vallejo Rueda, M.·.M.·. “El rol ritual de la mujer en el Rito Francés y su expansión en América”.

Ir.·. Victor Guerra, M.·.M.·., “Rito Moderno”

Moderador –Ir.·. Antero de Quental, M.·.M.·. da R.·. L.·. Estrela do Norte


Debate


  • 18h –Sessão Solene Ritual da R.·. L.·. Estrela do Norte


Notas:



  1. Comunicações -15 minutos
  2. Durante este evento decorrerá exposição e venda de livros 
    • da Editorial “masonica.es
    • do "Dicionário da Antiga e Moderna Maçonaria" de M J P Santosea
    • “A Constituição do GOL anotada”de Francisco Teixeira, estarão à venda.

De acordo com as linhas programáticas definidas pela R.·.L.·. Estrela do Norte ao longo do presente ano maçónico serão objecto de estudo e reflexão dois temas de particular relevância. O primeiro, o trabalho no século XXI orientado para uma problemática central no quadro das sociedades em que vivemos e que enfrenta desafios e mutações que importa observar pelas enormes consequências humanas que acarreta. O segundo, “Maçonaria do Séc. XXI –uma Ordem Iniciática fundada na Tradição R.·. F.·. M.·. -“O simbolismos e o Ritual do R.·. F.·. M.·.” foca um tema que importa aprofundar no quadro do pluralismo ritual vivido no G.·. O.·. L.·. contribuindo-se assim para um melhor conhecimento da riqueza e diversidade ritual da maçonaria.

A presente iniciativa marca o início formal dos nossos trabalhos os quais procuram corresponder aos ideais da Liberdade, Igualdade e Fraternidade e dos lemas da Justiça, da Verdade, da Honra e do Progresso tal como sublinhado na nossa Constituição.

A R.·. L.·. ESTRELA DO NORTE, nº 533, a Or.·. do Porto, no âmbito da Academia do V Império promove a realização do 3º Ciclo de estudos do Rito Francês ou Moderno ao qual se associaram as RR.·. LL.·. HARMONIA, nº 524, a Or.·. de Braga, AMIZADE, nº 561, a Or.·. de Penafiel, SEARA NOVA, nº 564, a Or.·. de Moncorvo, 31 de JANEIRO, nº 565, a Or.·. do Porto e TEIXEIRA DE PASCOAES, nº 566, a Or.·. de Amarante.

Coordenação


Ir.·. José, M.·.M.·. Int.·.Academia de Estudos
Ir.·. Antero de Quental, M.·.M.·. Ven.·.M.·.
Relator - Ir.·. Montaigne, M.·.M.·.
Ágapes - Ir.·. Oliveira, M.·.M.·. Ind.·. BBanq.·.


Potencia convidada:


S.·.G.·.C.·.C.·.R.·. - G.·.C.·.G.·.R.·.F.·.P.·. os SSob.·.CCap.·.
IGUALDADE, SINÉDRIO, JAIME CORTESÃO e ALVES DA VEIGA.



Participação condicionada a validação da pré-inscrição

Pré-inscrições até ao dia 2/11/2015 para o correio electrónico academia.v.imperio@gmail.com



Francisco Teixeira é Licenciado, Mestre e Doutor em Filosofia, Pós-Graduado em “Organizações Educativas e Administração Educacional” e em “Metafísica e Antropologia”. Lecionou na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa e, atualmente, é professor de Filosofia e Psicologia da Escola Secundária Francisco de Holanda, bem como formador de professores, tendo sido formador e perito para a avaliação de professores do Ministério da Educação.Foi iniciado em janeiro de 1994, na Loja Montanha, a Oriente de Lisboa, e foi fundador e presidente do Triângulo n.º 386, a Oriente de Guimarães, bem como o primeiro Venerável da Loja Lusíadas Renascida, também a Oriente de Guimarães. Foi Orador da Grande Dieta do Grande Oriente Lusitano nos anos maçónicos 2011-2012, 2012-2013 e 2013-2014. Concebeu e lecionou no curso “Maçonaria, Gnose e Experiência Humana”, realizado em 2011, na Universidade Lusófona, em Lisboa.É autor das obras maçónicas “Considerações Prévias Sobre a Maçonaria e o Grande Oriente Lusitano” e “Constituição do Grande Oriente Lusitano -Anotada”, ambas de 2015. No atual ano maçónico é Mestre-de-Cerimónias da Loja Lusíadas Renascida e Representante à Grande Dieta do GOL em nome da sua loja. 



Joaquim Villalta, Vª Orden, Gr.·. 9 y último del Rito Moderno o Francés. Maestro Instalado. Gran Orador del Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador y de la Gran Logia Mixta de los Andes Ecuatoriales. Miembro de la R.·.L.·. Lux Veritatis No. 3 al Or.·. de Terrassa, Barcelona. Miembro del Sob.·. Cap.·. Eloy Alfaro en los VV.·. de Barcelona. Director de la Academia Internacional de la Vª Orden de la Unión Masónica Universal del Rito Moderno. Miembro del Supremo Conselho do Rito Moderno, Brasil. Cofundador del Círculo de Estudios del Rito Francés Roëttiers de Montaleau. Autor de diversas publicaciones e investigaciones masónicas. Miembro de Honor de la R.·.L.·. Estrela do Norte del Grande Oriente Lusitano. Editor del blog masónico “Racó de la LLum”. Profesor Superior de Piano y Profesor Titular en el Conservatorio de Música de Terrassa, Barcelona.



Manuel Pinto dos Santos, 05/08/1953, advogado, 1984 -Entrada na Maçonaria do Grande Oriente Lusitano. Iniciação na Loja Liberdade e Justiça nº 373, a Oriente de Lisboa. Reanimador do rito francês ou moderno no Grande Oriente Lusitano –1991. Fundador da Respeitável Loja Delta nº 494 do Rito Moderno Francês, a Oriente de Lisboa em 1991. Fundador da Respeitável Loja Transparência nº 518 do Rito Moderno Francês, a Oriente de Lisboa em 27 de Julho de 2002. Venerável das lojas Livre Pensamento (1988-89), Delta (1995-96); Transparência (2002-2003). Grande Tesoureiro do Conselho da Ordem -1987-88; Grande Secretário para as Relações Exteriores -1990-93. Presidente da Grande Dieta (1988-89; 1989-90). Presidente da Comissão da Revisão Constitucional (1989-90) (Dec. 110 -CO/90.91).Autor do projecto da revisão constitucional aprovado em 1989-90. 1999-2002 -Juiz eleito do Grande Tribunal Maçónico (1999-2002).2014-2016 – Conservador Geral da Justiça do Grande Oriente Lusitano, eleito pela Grande Dieta.



Olga Vallejo Rueda, Vª Orden, Gr.·. 9 y último del Rito Moderno o Francés. Maestra Instalada. Suprema Comendadora del Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador. Serenísima Gran Maestra de la Gran Logia Mixta de los Andes Ecuatoriales. Miembro de la R.·.L.·. Manuelita Sáenz No. 1 al Or.·. de Quito. Miembro del Sob.·. Cap.·. Jean Pierre Graffin en los VV.·. de Quito. Secretaria General de la Unión Masónica Universal del Rito Moderno. Miembro de la Academia Internacional de la Vª Orden de la Unión Masónica Universal del Rito Moderno. Editora del blog masónico “The Magisterium”. Colaboradora en diversas publicaciones e investigaciones de ámbito masonológico. Politóloga, Especialista en Seguridad Ciudadana.



Víctor Guerra, Maestro Masón. IVª Orden GOdF, y Vº Orden , Gr 9º. del Rito Moderno (Supremo Consejo del Rito Moderno del Brasil). Miembro de la Unión Masónica Universal del Rito Moderno (UMRM) y de la Academia Internacional del Vº Orden (UMRM). Actualmente miembro de la Logia Progreso1850 Le Droit Humain (DH) y del Capitulo Rosacruz Fénix (DH). Venerable Maestro de la Logia de Investigación Los Modernos. Presidente del Círculo de Estudios de Rito Francés Roettiers de Montaleau. Y autor de los Blogs: Masonería Siglo XXI. Rito Francés, REAA. Masonería en Asturias. Autor de los libros Aproximación a la masonería gijonesa siglo XIX y XX. Premio Investigación Rosario de Acuña/ Ayto. de Gijón. 2001; La masonería en Asturias 1850-1938 (Los francmasones de la Comarca de la Sidra) edt. KRK. Oviedo 2000. Juan González Río su vida y su tiempo. Oviedo 1824-1884. ATRA 2002; La masonería ovetense del siglo XIX. Una sociabilidad en acción. Cuadernos de Historia nº 7 Universidad de Oviedo 2004; El Gran Oriente de Francia en Asturias (Las logias gijonesas 1850-2004) Colecc. Papeles Masónicos. AMLRA 2004; La Masonería en el Oriente de Asturias Editorial Masónica; Rito Francés. Historia, Desarrollo y Prospectiva. Editorial Masónica; La masonería. Los Hermanos Gonzalez Blanco. Editorial Masonica.es; El Rito Moderno un mirada desde el Siglo XXI. Masónica.es; Coautor y trabajos de anotación crítica, ensayo y trabajos de introducción: Ritual de Banquetes del Régulateur Editorial Masónica.es; Ritual de 1º Grado del Régulateur Editorial Masónica.es; Ritual de 2º Grado del Régulateur. Editorial Masónica.es; Historia de las Logias Región 17 del GOF (Rosario de Acuña) Francia; Trabajo de Introducción, prólogos y epílogos: En Oro y Azur, Joaquin Villalta, Editorial Masonica.es y El Rito Francés. La Masonería del tercer Milenio, Editorial Masónica.es. Coordinador de la revista Rito Francés y de diversos número de la Revista Cultura Masónica


Voltaire, M:.M:. da R:.L:. Estrela do Norte, 

M:.M:. da R:.L:.Pentagrama -G:.O:.L:.

M:.M:. da R:.L:.Porto do Graal -G:.L:.R:.P:.

Empresário da indústria cerâmica

martes, 21 de abril de 2015

Conferencia dictada en Oaxaca de Juárez, Noviembre de 2014

En función de una resolución adoptada por la Institución Masónica que presido, os digo que aunque no tengo porque dar explicaciones a nadie ni personales, ni institucionales, expongo y dejo muy en claro la posición del Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador, y de la Gran Logia Mixta de los Andes Ecuatoriales, y la mía propia ante la comunidad en general y la masonería en particular. Es pues esta una primera publicación aclaratoria que será hecha en cumplimiento de esa disposición.

La Gran Logia Mixta de los Andes Ecuatoriales, Regularidad e Importancia del Trabajo Mixto

Empezaré esta conferencia hablando de la GLMAE que es a su vez un organismo masónico dependiente del Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador, del cual proviene su regularidad. Nació en julio del 2011, inmediatamente después que en el seno del Congreso de Barcelona, en junio del mismo año, la Unión Masónica Universal del Rito Moderno, y el Supremo Conselho do Rito Moderno, Brasil, aprobara la expedición de la Carta Patente para su creación.

El Supremo Conselho do Rito Moderno, que es a su vez un estamento de Altos Grados del Gran Oriente de Brasil es en la actualidad el único cuerpo masónico que posee la regularidad ininterrumpida en cuanto a la práctica del Rito Moderno o Francés en el mundo desde la Independencia del Brasil en 1822, incluso por encima del Gran Oriente de Francia quienes dejaron de practicarlas durante 150 años a pesar de haber recibido el legado original del Gran Capítulo General de Francia de 1784; cabiendo destacar que son organizaciones reconocidas por la Gran Logia Unida de Inglaterra, y el segundo cuerpo más grande en cuanto a número de membresías con un aproximado de 300000 miembros.

Es importante destacar que el Congreso de Barcelona que reunió a la mayoría de cuerpos de Rito Moderno o Francés de Europa y Latinoamérica, marcó sin duda un momento histórico en el cual Hermanos provenientes de la Regularidad trabajaron por primera vez con mujeres, reconociendo su valía masónica y fue de esta manera como se depositó en mis manos una Carta Patente para la creación del Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador, junto con el Arca de la V° Orden que posee en su interior “todos los grados físicos y metafísicos de todos los Ritos”, legado que es fundamental cuidar.

Cabe aclarar que el Supremo Conselho do Rito Moderno de Brasil ha entregado únicamente a lo largo de su historia 3 Cartas Patentes de Rito Moderno, de las cuales 2 han sido para la regularización de trabajos para cuerpos mixtos, entre ellas el Gran Capítulo General Mixto para Norteamérica y el Caribe (quienes trabajan hasta la IV° Orden de Sabiduría) y el Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador, quien posee las V Ordenes, convirtiéndose junto a Brasil en los dos únicos cuerpos regulares con capacidad para conceder esta distinción a Hermanos que posean un currículum masónico de estudios y servicio social.

Esto nos lleva a preguntar: por qué es importante el trabajo Regular? En la actualidad, la masonería especulativa que es la que los Masones practicamos, ha sufrido un considerable fraccionamiento y desgaste, agudizados aún más en las últimas décadas, donde basta que un par de compadres se peleen para que se escindan Cuerpos Masónicos, que a sus vez se escindieron dando origen a otros, y estos otros a otros, perdiéndose así la Regularidad y la Legitimidad de la práctica masónica y ritualística, así como de la expedición ilegal de grados y títulos masónicos. A este respecto se ha de denunciar que en materia de Rito Moderno o Francés, países como México, Argentina, Brasil, e incluso Ecuador cuentan con cuerpos falsos que practican Rito Moderno o Francés, prostituyendo de este modo el buen nombre del Brasil en cuanto a la supuesta regularidad de sus trabajos, convirtiéndolo en una moda “cara” en tanto y en cuanto el que paga (y que por lo general suele pagar bastante caro) por obtener tal pertenencia a este rito, paga para que le vendan humo, y eso hay que destacar, desdice de las buenas prácticas masónicas, perdidas en esta inminente proliferación.

En este sentido, la Gran Logia Mixta de los Andes Ecuatoriales, y el Sublime Consejo del Rito Moderno para el Ecuador, cuerpo masónico regular para la práctica del Rito Moderno o Francés, es hoy por hoy, una de las pocas alternativas para realizar dentro de un marco legítimo, legal y de calidad este tipo de trabajos masónicos. La GLMAE y el SCRME, además se caracterizan por su innovación al incorporar entre sus valores organizacionales los conceptos de Transnacionalidad en cuanto a la búsqueda del vencimiento de las barreras nacionales, convirtiendo el planeta en lo que el H. Georges Plumet denominaba “República Planetaria”, o dicho de otro modo, la implantación del concepto de Universalidad; el concepto de la “Mixticidad”, ofreciendo una alternativa regular tanto para hombres como para mujeres que buscan su mejoramiento a través del Rito Moderno o Francés; el concepto de la “doble pertenencia”, para aquellos que proviniendo de otros ritos quieran continuar con la práctica del mismo en sus Cuerpos de Origen, al tiempo que exploran el Rito Francés; el concepto “Regularidad” en cuanto a la transmisión de conocimientos, así como documentalmente, y el concepto de “planes de estudio” en tanto y en cuanto nuestros miembros se benefician de planes continuos de formación, metodologías actuales de aprendizaje, y de material impreso de formación de primera calidad.

La red de reconocimientos viene dada por nuestra pertenencia a la Unión Masónica Universal del Rito Moderno, así como a través de los Tratados de Reconocimiento y Amistad que se firman con Cuerpos Masónicos cuyos miembros posean cualidades masónicas y humanas demostrables, al mismo tiempo, no se firman Tratados con Cuerpos cuyo quehacer masónico esté en entre dicho o dejen que desear. A veces es preferible que un Cuerpo Salvaje trabaje bajo la bóveda celeste y que sea consecuente informando de este hecho a sus miembros, que inventándose la tenencia de Falsas Cartas Patentes, así como el tráfico o venta indiscriminada de grados en función del afán de legalización que termina por romper el fuero interior de los seres humanos que confían en estos organismos.

Finalmente, quiero abordar el tema de la importancia del trabajo Mixto. Hace años atrás leía de parte de quienes defienden la inclusión de la mujer en la Institución, decir que era estúpido el “no incluir al otro cincuenta por ciento de la humanidad”, pero cuidado que estadísticamente el índice de población de mujeres es mayor que la de los hombres, sin embargo, como esta aseveración aún es generadora de desigualdad y división, entendamos que la mujer es “la humanidad misma”; y si a eso se le suma el rol de importancia que la mujer ejerce como madre, hija, esposa, compañera, profesional (y esto al margen de la libertad de la mujer a decidir si quiere ser madre o no), su rol masónico se hace más indispensable y vigente en un siglo XXI caracterizado por el caos y la confrontación social.

Durante la Conferencia en Oaxaca de Juárez, noviembre del 2014
Lamentablemente, aunque bajo un punto de vista histórica hubo inclusión de la mujer en las logias masónicas siglos atrás de manera excepcional y de las Logias de Adopción en el plano formal, en la actualidad, concepciones retrógradas, machistas y a veces despectivas tachan de irregular el trabajo de la masonería femenina, y de la masonería mixta, y de irregulares a los Hermanos que trabajan con mujeres o que visitan Logias Femeninas y Mixtas, llegando incluso a expulsar a los hermanos que visitan tales Talleres. Tal exclusión estuvo amparada incluso por concepciones fantasiosas por parte de quienes afirman que las energías femeninas son contrarias a las masculinas, cuando en la práctica son energías complementarias, que en conjunto se convierten en elemento de “Generación” (esta última doctrina promovida por la visión Guenoniana de la Masonería actualmente insostenible desde un punto de vista historiográfico), pero que históricamente tiene origen en la falta de derechos que tuvo la mujer desde el origen de la historia en algunas culturas occidentales, donde la mujer fue considerada en primera instancia un “objeto parlante”, y ya más adelante como propiedad del padre, y/o del hermano, hasta pasar a ser propiedad del esposo, siendo incapaz de expresarse y más aún de contraer obligaciones económicas como comprar una propiedad, electrodomésticos, o incluso a estudiar o a hacer una carrera universitaria; realidad que empezó a cambiar a partir del fin de las dictaduras en Iberoamérica en 1978, convirtiendo a la mujer en sujeto de derechos, siendo esta la explicación por la cual, cuando Anderson recibió el encargo de la redacción de las famosas Constituciones de 1723, restringió la participación femenina en la Institución.

Para quienes impiden su participación en base a los Landmarks, hay que clarificar lo siguiente: “los Landmarks son Principios Generales de Derecho Masónico, o normas de derecho no escrito, que cumplen una importantea tarea fundamentadora, interpretativa, integradora y limitadora”. En este sentido, algunos claros Landmarks son:

La Masonería es una Institución cerrada
El Simbolismo de la Masonería
La Logia, como lugar físico y espiritual de los Masones
La Masonería es defensora de los derechos humanos
Los Masones son seres humanos de buenas costumbres
La Masonería le opone al dogmatismo, el libre examen, el libre pensamiento y la razón
La Masonería es ajena como institución a la práctica religiosa
La masonería es ajena como institución a la práctica política
La masonería es una institución democrática

Es decir, los Landmarks no impiden la participación de la mujer, sino que en base a las razones históricas antes expuestas la no incorporación de la mujer responde más bien a los “Usos y Costumbres” que: “también son normas de derecho no escritas, que sin tener las características de los Landmarks, cumplen una tarea supletoria en el derecho masónico, ante los vacíos de la ley positiva. No pueden estos oponerse a la ley escrita. Pueden ser eliminados, sin que se afecte la esencia de la Orden, y tienen un carácter supletorio ante la ley masónica y están sometidas a un régimen diferente, entre otras razones porque estas no tienen el carácter de esencialidad, inalterabilidad o inmutabilidad.

Por tanto, la pertenencia de la mujer en la masonería, al ser un uso o costumbre obsoleta puede y debe ser eliminada de los parámetros que rigen la masonería para el siglo XXI, donde además, las mujeres nos estamos ganando nuestro espacio a pulso, sin apoyo y a veces con la oposición de “Hermanos” que se manifiestan defensores de la mujer en la masonería, pero que les molesta ver una mujer que piensa, que trabaja, y sigue siendo un soporte fundamental para el desarrollo de los hombres, por esa sensibilidad que la caracteriza como transmisora de valores éticos, morales y sociales, es decir con un nuevo rol activo complementario al del varón, y solo su trabajo conjunto y sin rivalidad puede aportar el equilibrio y el alcance de la Universalidad que el mundo actual necesita.

Dejo por tanto ante vosotros nuestra visión y voluntad al margen de lo que otras Organizaciones hagan desde sus voluntades, libertades, e ideales, que evidentemente no tienen porque apegarse a la nuestra. Quedamos a vuestra disposición.

Muy Fraternalmente:

Olga Vallejo Rueda
Sup.·.Com.·. del S.·.C.·.R.·.M.·.E.·.
S.·.G.·.M.·. de la G.·.L.·.M.·.A.·.E.·.